Ensinar um pato a morrer é ensinar um pato a viver

25 Fev

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Foi a segunda vez que o Loretto assistiu à peça. E, nessa, estava acompanhado do Arrigo, que prestou atenção a tudo o tempo todo. No domingo, 26 de fevereiro, a deliciosa adaptação do livro “O pato, a morte e a tulipa”, de Wolf Erlbruch, tem a última apresentação de sua temporada no Sesc Bom Retiro. Se você não puder ir, guarde esse título e, quando eles voltarem em cartaz, não perca. Não perca porque nunca vi um jeito tão sublime de falar de morte para uma criança. Não perca porque serve também para os adultos. O mistério da impermanência – e o inaceitável “tudo que é sólido desmancha no ar” – parece menos um fardo quando a gente se levanta para aplaudir os atores no final. Considero que foi muita sorte o Felipe Torres ter presenteado o Loretto com esse livro em um de seus aniversários. Se assim não fosse, eu ia ler sobre a peça, mas talvez nem pensasse em ver. Que bom que vimos. Duas vezes. Valeu Felipe!
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